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Primeira História Aleatória!

Para inaugurar a parte dos textos aqui, escolhi algo que escrevi tem mais de dois anos e que postei no meu outro blog, o Meu Diário Imaginário. Esta postagem teve cerca de mil visualizações, e foi o mais acessado de toda a história do blog. Endereço da postagem original é este aqui http://meu-diario-imaginario.blogspot.com.br/2011/03/felicidade-e-um-fim-de-tarde-olhando-o.html 


- felicidade é um fim de tarde olhando o mar
    E ela estava andando pela rua, com aquele sorriso bobo no rosto, não conseguindo pensar em nada a não ser nele. E a todo o instante se perguntava: - 'Será que você pensa em mim como eu penso em você? Será que eu fico passando pela sua mente assim como você passa na minha?'. Já haviam se passado duas horas desde que ela havia saído de casa. Estava fazendo as coisas mecanicamente  parecia que não estava realmente ali. Não largava o celular nem por um minuto, esperando receber uma ligação ou mensagem dele. Não se falavam desde a noite anterior, e já parecia uma eternidade para ela. No caminho de volta para casa, ela resolveu para em uma loja de roupas, e foi experimentar um short. Deixou então seu celular de lado e se entreteu por cerca de 15 minutos com as roupas da loja, comprou o que queria e saiu. Pegou então na sua bolsa o celular, e quando viu, tinha uma mensagem dele: "Acabei de fazer tudo, estou com muitas saudades. Eu quero te roubar pra mim hoje, posso?". Nossa, ela ficou super feliz em saber que ele lembrou dela durante o dia, e logo ligou para ele. Ele perguntou onde ela estava, e disse que a buscaria em casa dentro de 20 minutos. Como já estava praticamente em sua rua, não demorou para chegar em casa. Deixou suas compras sobre a mesa da sala, tomou uma ducha e se vestiu. Quando estava pronta ligou para ele, e desceu para esperá-lo. Ele chegou, ela entrou no carro e perguntou a onde estavam indo. Ele disse que não iria falar, que seria uma surpresa, e então a pediu para que usasse uma máscara para dormir, daquelas que não permitem ver. Mesmo contra sua vontade, ela usou. Cerca de 15 minutos depois, o carro parou e ele disse para ela ainda não tirar a máscara. Então ele saiu do carro, abriu a porta para ela e lhe estendeu a mão. Ela se sentia um pouco confusa, mas mesmo assim resolveu confiar e saiu do carro. Andaram um pouco, e ela começou a ouvir um barulho familiar: eram as ondas do mar. E ele disse: - "Surpresa", enquanto tirava a máscara dos olhos dela, a permitindo ver o fim de tarde exuberante que a junção do mar com o sol lhes proporcionava. Ela não teve outra reação, a não ser agarrá-lo enquanto assistiam ao espetáculo que era o fim de tarde olhando o mar. E eles ficaram ali, tão juntos que tudo perdia o sentido, percebendo o que era a felicidade. Em um silêncio profundo, onde nada precisava ser dito, apenas sentido.

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