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A convivência - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-6.html

        Manu acordou em uma espécie de porão, que estava escuro com apenas uma pequena luz ao fundo e fétido. Ao fundo escutou uma voz que dizia:
- Até que enfim que a mocinha acordou!
        Manu achou a voz um tanto quanto familiar, porém devido ao desmaio estava ainda sem forças. Foi então que se virou para o lado e em meio à escuridão encontrou um copo com água e um pão. A jovem ficou um pouco receosa de se alimentar, mas como estava faminta não exitou. Logo depois de se alimentar, recobrou a consciência por completo e seu sequestrador se apresentou.
        Para sua surpresa, o sequestrador era o jovem que havia se aproximado dela logo após Luan ter se acidentado: Abigobaldo. Manu logo questionou Abigobaldo sobre o motivo pelo qual ele havia a sequestrado. Ele afirmou com clareza que se ela não fosse dele não seria de mais ninguém. Manu reagiu e disse em um tão seco:
- Eu nunca serei sua e também nunca lhe dei esperanças.
 O sequestrador indagou Manu da seguinte forma:
 - Você se lembra do dia em que Luan foi atropelado?
Ela respondeu:
- Sim, como poderia me esquecer daquele dia.
- Pois então você ficou sabendo que quem atropelou seu amiguinho não prestou socorro, não é mesmo? -Abigobaldo disse.
-Claro que soube quem o matou foi um covarde e deveria estar atrás das grades.- Manu respondeu.
         Foi então que Manu escutou uma coisa que preferia jamais ter ouvido da boca de Abigobaldo:
- Este covarde sou eu. Matei Luan e não me arrependo de nada. Ele sempre foi à criança perfeitinha da família e eu sempre era desprezado pelos meus pais. Quando completei dez anos tive uma forte briga com meu irmãozinho querido e acabei fazendo com que ele sofresse uma grave lesão na coluna. Foi então, que meus pais me mandaram para aquele fim de mundo, para morar com os meus avós que viviam me explorando. A partir desta epóca, decidi que tiraria tudo que Luan mais gostava: A vida e posteriormente você.
         Manu ficou perplexa, não conseguia parar de imaginar em como pode ter sido tão tola na hora de acreditar nas mentiras de Abigobaldo. Manu respondeu a Abigobaldo da seguinte forma:
- Agora que Luan morreu porque ainda me persegue?
Abigobaldo então respondeu:
-Porque enquanto estava colocando meu plano de vingança em prática, me apaixonei perdidamente por você. Como já sei que você não ficará jamais comigo, lhe afirmo apenas que chegou a sua hora.
Logo em seguida, foram escutados ruídos e gritos vindos de dentro do porão.

AUTORA: Mary Zanin

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