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O assassinato - PARTE 7

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-6.html

        Respirei fundo e voltei pedindo desculpas para Gustavo que me olhava preocupado e insistindo que deveria me deixar em casa, mas não permiti. Virei as costas e me retirei daquele lugar. Precisava relaxar um pouco, porém decidi ir para casa descansar.
        Ao entrar no prédio, fui deparada com a imagem de alguns policiais que esperavam pela minha chegada. Ao me avistarem, declararam minha prisão por envenenamento. Era impossível! Eu nunca mataria o amor da minha vida. Comecei a gritar:
- Não é verdade! Eu nunca faria isto, não com ele! – Chorei desesperadamente.
- Quieta senhorita. Tudo que dizeres será usado contra você.
        Fomos para a delegacia e eu não acreditava no que estava acontecendo. Meus pensamentos fluíam e eu chorava mais ainda, mas fui obrigada a me acalmar. Chamei meu advogado e depois de alguns procedimentos a ida para o tribunal já estava agendado.
        O dia da decisão chegou e eu estava acabada tanto fisicamente quanto mentalmente, porém eu tinha esperanças... engano meu, fui condenada e eu queria me matar. Voltei para cela sem ter mais o que fazer da vida.
        Marcus veio me visitar. Mal cheguei na sala e ele falou:
- Não foi desta vez.
        Sem entender absolutamente nada, perguntei:
- O que você quer dizer com isto?
- Nada cunhadinha... Só que a sorte não está contigo, não é mesmo? – Ele deu um sorriso malicioso e se levantou para sair. Chamei-o antes:
- Espere! – Ele se virou com um ar irritado: - O que tinha naquela fotografia?
Ele se aproximou falando baixinho:
- O veneno que você usou para matar o meu irmão.
- Juro que não o matei, é mentira! – Minha voz saiu sufocada.
- Na verdade, é o que acham, porém nosso trabalho foi perfeito. – Seus olhos brilhavam de vitória.
- Nosso? Você e mais quem? – Me exaltei: - Conte-me tudo. – Me levantei e comecei a bater nele exigindo respostas.
        Ele ria da minha reação, mas quando a guarda entrou ele começou a chorar e dizer:
- Primeiro o meu irmão morre e agora minha adorável cunhada enlouquece. Leve-a daqui, por favor.
        Fui arrastada enquanto gritava:
- Não ficará assim Marcos... Todos saberão a verdade!

AUTORA: Juliana Loureiro
Twitter: @thatsosimple

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