PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-convivencia-parte-5.html
Ézio era de certa forma o oposto dela: era popular na escola, tinha amigos, era considerado pelas meninas o mais lindo da sala e por algum motivo possuía uma simpatia por Manuela, o que poucos tinham. Com o passar do tempo, o relacionamento dos dois foi se intensificando, ela passou a ter amigos e Ézio e Manu começaram a namorar. Sempre que podiam eles se encontravam na cobertura do prédio de Ézio.
Depois de alguns meses de namoro, sem querer, Manu engravidou. Quando Manu foi contar a notícia para Ézio, eles acabaram discutindo, e isso chamou a atenção das pessoas ao redor, e assim a notícia se espalhou, chegando rapidamente aos ouvidos de Abigobaldo. No dia seguinte, Manu estava indo para a escola, quando alguém a agarrou por trás. Ela se assustou e estava preste a gritar, quando um pedaço de pano com um líquido suspeito foi imprensado contra a sua boca, fazendo-a fechar seus olhos lentamente.
A convivência - PARTE 6
A viagem - PARTE 4
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PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-2.html
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Ao amanhecer na Ilha, se aproximava uma grande tempestade, e Bruna estava à procura de um lugar para se refugiar. Logo, avistou uma caverna e resolveu adentrá-la, sem saber que não era de forte estrutura. Chovia muito e Bruna ficava cada vez mais desesperada, sem imaginar que se aproximava a hora em que a caverna iria desmoronar.
Não demorou muito para a tragédia acontecer, e infelizmente a caverna desmoronou, prendendo a perna dela entre os escombros. Bruna não sabia o que fazer, então decidiu gritar por socorro. Felizmente, Jardel estava por perto à procura de alimentos e escutou os gritos dela. Ao ver a situação em que ela se encontrava, resolveu chamar os outros sobreviventes para poder ajudá-la.
Laércio que tinha conhecimento sobre medicina, por seu pai ser médico, viu que a perna de Bruna estava fortemente infeccionada, prestou assim socorros a ela. Mas nada que Laércio fazia solucionava o problema dela e a cada dia que passava a perna piorava mais. Laércio então conversou com os outros sobreviventes, e eles chegaram a conclusão de que infelizmente teriam que amputar a perna de Bruna.
Voando até a lua
Certa vez, sem perceber cai em um buraco. O buraco era profundo e escuro, e parecia que ia me levar ao submundo, mas será que me levaria? Talvez. Abri meus olhos sai dos pensamentos e de toda a beleza da terra dos sonhos, voltei a horrível realidade. Às vezes me pergunto: poderia eu ser louca? Ou algo mais que isso? Poderia eu em toda minha vida alcançar os meus sonhos voando até a lua?
Sonhar: palavra que me traz lembranças, palavra que me traz esperanças. Se sonho, é porque vivo, não só com mente mas com o meu espírito. Amigos são legais, pra quem tem paciência em entendê-los e ouvi-los. Mas, preciso admitir que sem eles não seria nada. Certo dia eu caminhava pela minha terra dos sonhos e foi aí que eu vi...
A viagem - PARTE 3
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Dentre os sobreviventes estavam Jana , Jardel, Wellyson, Laércio e Bruna. Estes sobreviventes avistaram uma ilha por perto e logo nadaram para lá. Ao chegarem na ilha que haviam avistado, eles logo pensaram que aquilo seria a salvação, mas tal pensamento era contraditório com a realidade. Os dias se passaram e o resgate não chegava, assim eles foram aprendendo a viver de uma forma diferenciada do que estavam acostumados.
A ilha não era muito grande, e Jardel resolveu conversar com o grupo e entrar num acordo para dividir especificadamente as tarefas de que cada um seria responsável a cumpri-las. Wellyson caçava, Laércio pegava grandes folhas para a construção de cabanas, Bruna pegava lenha para fazer fogueiras, Jardel pescava e Jana fazia a comida. Sendo assim, com as tarefas definidas, cada um foi fazendo sua parte para benefício do grupo, onde um daria assistência ao outro.
Uma grande vantagem era confraternização entre eles, pois o ser humano precisa do próximo para conviver e não acabar na solidão, com isso todos puderam resistir e enfrentar tal realidade de maneira mais tranquila. Para Jana, o sonho de viajar para a Inglaterra ficava cada vez mais distante e impossível de se realizar, mas a sua perseverança era maior que tudo, e por isso, tinha em mente que conseguiria sair dessa ilha e realizar seu sonho.
Saída de emergência - PARTE 4
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Já em casa, fui me deitar e fiquei pensando naquele rapaz que me ajudou no ônibus e ficou comigo no hospital até eu acordar. Meu descanso não durou muito tempo e então, tive que voltar para minhas atividades de sempre. Na volta para casa, ele esta lá sentado me olhando fixamente e me chamou para sentar a seu lado.
- Como se sente hoje, está melhor?
Meio sem graça respondi:
- Sim!
Logo em seguida ele começou a fazer perguntas sobre mais perguntas me deixando encurralada e preocupada, pois não sei quem ele é, ou o que faz.
- Qual o seu nome? Ele perguntou.
- Clara, respondi.
- O meu é Rodrigo. Você tem quantos anos? Trabalha no centro? Já descobriu o que tem?
Calma, calma! São tantas perguntas, porque ele quer saber sobre minha vida? O que ele quer comigo? Mas respondi todas as perguntas.
- Tenho 19. E sim trabalho no centro e não descobri o que tenho.
- E como esta sua mãe? Você gosta de morar Ipanema? O condomínio Santa Ana é bem bonito.
Não deu pra disfarçar minha cara de assustada. Como assim, como ele sabe onde eu moro? Será que ele me seguiu? Será que é um psicopata que vai me atacar quando eu menos esperar? Então perguntei:
- Como você sabe onde eu moro?
- Enquanto você estava dormindo no hospital, conversei com sua mãe e ela me convidou para ir até sua casa em agradecimento por eu ter te levado ai hospital e cuidado de você.
Meio estranho, mas é claro que eu vou perguntar a minha mãe se o que ele disse era mesmo verdade.
- Chegou meu ponto. Disse a ele dando graças a Deus em meus pensamentos.
- Então tá, fique bem. Até amanhã.
Desci do ônibus e fui correndo para casa. Enfim em casa, minha mãe estava sentada no sofá trabalhando como sempre, então a interrompi e perguntei se o Rodrigo tinha dito a verdade sobre como soube onde moro, e para meu desespero, era mentira.
Sangue - PARTE 5
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Maria e seu filho, agora livres se refugiaram numa casa abandonada no meio de uma floresta perto da cidade de onde eles moravam. Carlos soube dos assassinatos pois virou manchetes nos jornais na cidade e procurou o padre urgentemente porque ele via que não dava mais para esperar a realização do exorcismo, por isso ele falou com o líder religioso Liam para ajudar o quanto antes. O padre vendo que a situação estava acima do que ele poderia fazer, enviou uma carta pedindo ajuda ao Vaticano para poder trazer a cidade um religioso experiente em exorcismo.
O pedido foi atendido e após três semanas chegou na cidadezinha de São Paulo, o Bispo Ubiratã, vindo do Vaticano para ajudar o padre Liam. Os dois se reuniram na paróquia para poder separar os objetos que irão usar no exorcismo: o crucifico, as velas, as algemas, a bíblia e a água benta. Depois de tudo preparado só faltava preparar Murilo e Maria, para isso eles pediram ajuda a alguns moradores para tentar encontrá-los. Logo no primeiro dia de busca, uma parte foi para a floresta, encontrando assim uma casa abandonada, por isso foram chamados o Bispo Ubiratã e o Padre Liam. Quando eles chegaram lá pediram ajuda a dois homens fortes da equipe de busca para ajudar no exorcismo.
Os líderes religiosos e os dois homens, entraram na casa e logo quando eles adentraram, se depararam com Murilo e Maria já endemoniados comendo um alce que ainda estava vivo porém se debatendo muito, com essa situação eles ficaram espantados pois nunca tinha visto algo igual, nem o próprio Bispo Ubiratã que já era experiente em expulsão de demônios, então eles entraram em ação. Os dois homens pegaram as algemas e prenderam Maria e Murilo em cadeiras antigas que estavam na velha casa, podendo assim iniciar a realização do exorcismo. Depois da mãe e do filho presos, os religiosos começaram a orar o Pai Nosso e a Ave Maria, fazendo que os endemoniados começassem a se torcer da cabeça aos pés falando em línguas antigas e saindo várias vozes, porém eles não poderiam parar e o Bispo jogou em cima deles água benta sem cessar a oração. Os demônios tentaram falar mentiras para tira-los do foco, porém eles não conseguiram e o exorcismo estava começando a dar certo. Chegou uma hora que Murilo desmaiou e Maria conseguiu fugir da cadeira, mas foi pega logo em seguida. Para não haver mais fuga e conseguir terminar o exorcismo, mãe e filho foram amarrados um ao outro e os homens continuaram a clamar a expulsão dos demônios nos dois, conseguindo assim fazer eles serem libertos.
A viagem - PARTE 2
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Os pais de Janaína, ao assistirem televisão, tiveram a notícia que um avião havia caído no mar e, infelizmente, sua filha estava na tripulação. A reportagem informara que não havia sobreviventes e isso foi desesperador para eles.
Não era do conhecimento de ninguém, mas a verdadeira história era que o avião passou por uma forte tuburlência e com isso o comandante pediu que todos colocassem os coletes salva vidas.
Alguns atenderam à solicitação, mas a maioria não resistiu ao forte impacto e apenas cinco pessoas conseguiram sobreviver, pois estavam em um lugar favorável.





