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E o respeito? - PARTE 5


       O dia cai, e ele chega para me buscar. Reparei que ele não tinha carro, mas nem liguei e fomos a pé mesmo. No caminho ele falou que não tinha escolhido o lugar que iríamos, então ficamos dando voltas e voltas, até que encontramos um restaurante Francês, que aparentemente era bem caro.
Ao acabar de jantar, peguei minha carteira. E ele disse:
- Não, o que é isso?! Ao meu futuro sócio, a conta é minha.
- Espera ai, eu ainda não aceitei a proposta.- Respondi.
      Saindo do restaurante, andamos em direção a praça próxima a minha casa. Chegando lá, ele me perguntou:
- E ai Dave, você pensou na proposta?
-Me de mais um tempo para pensar, ai eu te falo.
-Tudo bem, eu te dou uma semana. - Ele respondeu e nos despedimos.
      Voltando pra casa, me dei conta que estava perdendo um grande negócio, já que não possuía um emprego e tinha que pagar o aluguel e quitar minhas dividas. Por isso, voltei correndo. Quando fui atravessar a rua fui abordado por dois homens armados montados numa moto preta, gritando:
- Perdeu playboy, perdeu.
Nesse momento me assustei e reagi, dando um pulo e um desesperado grito forte.

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A viagem - PARTE 5

PARTE 1: www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-2.html
PARTE 3: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-3.html
PARTE 4: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/a-viagem-parte-4.html


      Utilizando os utensílios de primeiros socorros que haviam levado, Laércio iniciou o procedimento. Ao cair da noite tudo já tinha sido feito e Bruna não reagia bem, ardia em febre e dizia coisas sem sentido. Laércio conversou com o resto do grupo e informou que talvez Bruna não sobrevivesse, os recursos para que os pontos cicatrizassem eram escassos e caso a infecção se alastrasse pelo corpo, ela não teria chances. A preocupação e o desânimo tomou conta de todos e a noite parecia longa demais. Foi então que Bruna já sem forças e com muita dor, deu um pequeno gemido e fechou os olhos, dessa vez para sempre. O desespero foi geral e eles, mesmo que de forma humilde, armaram um pequeno funeral para a amiga com muitas flores coloridas.
      Os primeiros raios de sol começaram a surgir no horizonte e eles não tinham outra escolha, se não continuar a caminhar pela ilha em busca de ajuda. Estavam cansados, com fome e abalados, mas a vontade de sair de lá era muito maior do que qualquer outra coisa. Avistaram então uma linda cachoeira, rodeada de pequenas árvores que faziam uma sombra fresca e quase que como um convite para descansarem ali, eles se instalaram e descansaram tentando esquecer o que havia acontecido na noite anterior. 
      Foi então que Jardel acordou com o som do canto de um pequeno pássaro que havia feito o seu ninho justamente na árvore aonde ele adormecia. E ali, observando o pássaro, ele lembrou de toda a sua vida antes da viagem, dos sonhos que ele alimentava dia após dia e que ele ainda tinha fé que iria realizar. Chorou, chorou todo o medo e a dor que guardava dentro de si, sabia que teria que ser forte, sabia que talvez eles jamais sairiam dali, mas sabia também que enquanto pudesse, lutaria com todas as suas forças para continuar vivo e sair daquela ilha. A fome começou a incomodar a todos, e Wellyson e Laércio saíram para procurar alimento, enquanto Jana e Jardel armavam um refúgio para quando a noite chegasse o frio não os incomodassem.


AUTORA: Rafaela Lopes

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Memories - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/memories-parte-4.html


     Harry não conseguia pensar em nada, a única coisa que conseguia fazer era tentar consolar Armando, que estava a sua frente e não parava de chorar sequer um minuto. Ele o entendia, pois o mesmo havia acontecido em sua vida. Depois de algum tempo, as lágrimas cessaram e Armando fez um pedido: que ficassem unidos para acabar com a pessoa que comentou o crime. Harry, sempre muito desconfiado, decidiu não aceitar, pois Armando continuava sendo seu inimigo e tinha um pé atrás com ele.

    Na manhã seguinte, todos os alunos da faculdade prestariam uma homenagem a Felipa. Mesmo não gostando muito dela, Harry resolveu comparecer, mas antes de sair de casa lembrou-se do SMS que havia recebido e resolveu mandar um de volta.
    Ao chegar à faculdade, Harry encontrou Sophia sentada em um dos bancos e sem pensar duas vezes, saiu correndo para falar com ela. Ao vê-lo, Sophia levantou rápido e desapareceu, mas na sua rapidez, deixou o celular cair. Harry pegou e ao olhar para tela, havia uma nova mensagem. Ficou surpreso, era seu número, ou seja, a autora da mensagem era Sophia! Rodou toda a faculdade atrás dela, mas sem sucesso, decidiu então deixar o celular na recepção.
     Com essa descoberta, Harry achou melhor ir para casa. Caminhando pelas ruas,  analisou tudo o que tinha acontecido, até que conseguiu chegar a dois suspeitos, porque pensou da seguinte forma: 
Suspeito 1 - Armando: sempre muito rude e frio com a namorada, não duvidavam que ele pudesse ter a matado e sua ex-namorada também, que no caso era Emma; 
Suspeito 2 - Sophia: parou de falar com Emma, mandou uma mensagem de repente e poderia ter feito isso por remorso e nunca gostou de Felipa.
    Cheio de coisas na cabeça, decidiu passar na casa de Emma para relembrar de todos os momentos bons. Subiu até seu quarto e se deparou com o diário da amada em cima da cama. Decidiu ler, mas não gostou do que encontrou: descobriu que Sophia era apaixonada por ele e brigou diversas vezes com a amiga por isso. A outra descoberta foi que Armando vivia perturbando Emma pedindo para reatarem o namoro. Harry ficou furioso, estava mais do que claro que aqueles dois estavam ainda mais em sua mira, e não desistiria tão fácil.


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Sonhos de Isabela - PARTE 6

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-julietta.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-4.html
PARTE 5: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/sonhos-de-isabela-parte-5.html


    Mas ao término de seu desabafo, Márcia acaba não dando ouvidos para Isabela. Para Márcia, Isabela não passava de um tipo de mercadoria, ou de produto, que só servia para oferecer aos para homens e mulheres sedentos de tesão.
    Ao anoitecer, Isabela começa a chorar desesperadamente, devido aos acontecimentos que ocorreram em sua vida. Isso fez com que ela lembra-se de tudo que deixou para trás como a Rachel, sua melhor amiga, seus estudos, e principalmente sua família.
      Depois de um tempo, o sono e o cansaço chegam até Isabela, que acaba dormindo. Uma determinada hora da noite seu telefone tocou fazendo com que acordasse rapidamente e atendesse sem que ninguém percebesse. Após atendê-lo, escutou uma respiração alta, como se alguém estivesse cansado e desesperado, acompanhado de um barulhento bater de pernas como estivessem correndo de algo ou de alguém. Então, Isabela não perde tempo e pede baixinho para que ninguém escutasse, quase sussurrando, socorro. Após seu pedido, ouve um grito ensurdecedor, e como se não bastasse mais nada, a ligação é interrompida, pondo um fim na esperança de sair daquele lugar horrível.

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Em busca de um sonho - PARTE 2

PARTE 1: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/em-busca-de-um-sonho.html

      Sarah escolheu viajar para os E.U.A, para surpresa de seu pai; achando que sua pequenina filha não pensaria em ir  tão longe com seu sonho. Mas ele parou para pensar nos seus conselhos para sua menina. Ela estava mesmo determinada em ir busca dos seus sonhos, como objetivo de sua vida. Apesar de ser longe a província que ela escolheu ele deu todo seu apoio.
     Chegando à província a garotinha teve uma grande surpresa, pois nunca tinha saído de sua cidade no Canadá. A viagem foi longa, com várias turbulências dentro do avião, e chegando ao campeonato a menina conheceu varias coisas novas, novas amigas, aprendeu sobre o modo de desfilar e técnicas de passarela. Os monitores mostraram onde ficava o quarto dela, e assim ela foi, para ter uma boa noite de sono.


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Saída de emergência - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-2.html
PARTE 3:  http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-3.htm
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/saida-de-emergencia-parte-4.html

    Então, corro até meu quarto e ligo para o Caio, meu grande confidente e amigo de escola:
- Alô? Caio?
Ele percebeu minha voz angustiada e respondeu:
- Oi Clara! O que aconteceu? Sua voz está meio estranha.
Então, respondi:
- Caio! Não estou nada bem, estou muito confusa, tenho uma longa história para te contar. Você pode me ouvir ou está ocupado?
Ele riu e disse:
- Quando eu estou ocupado para você? Conte-me o que está te deixando assim.
     Logo contei a ele sobre o Rodrigo, como o conheci e o que estava me deixando incomodada. Aí então Caio me ouviu e como sempre foi um amor comigo.
    O tempo foi passando, com isso, fui sendo tratada por um médico muito atencioso chamado Éric, que estava me ajudando com essas dores que estavam me deixando preocupada. Além disso, tinha o Rodrigo do meu lado. Ah, o Rodrigo! Suspirei. Ele é tão carinhoso comigo, estou tão apaixonada por ele e muito mais próxima do que podia imaginar. Tenho que confessar que Rodrigo até está aliviando um pouco a dor da perda que tive alguns anos atrás quando meu pai faleceu.
    Esses dias com Rodrigo e todo esse afeto que ele tem por mim me faz muito bem, pois por mais que eu tenha minha mãe, não conseguia ficar tão alegre como era. Afinal, nunca fui tão próxima dela quanto do meu pai, até porque ela ficou um tempo longe graças ao trabalho que teve no exterior. Então, passei bastante parte de minha infância com meu pai. Não sei como ela consegue ser tão forte assim desde que ele se foi. Tanto que quando ele faleceu e tivemos que resolver como ficaria a situação da herança que ele tinha me concedido, e todo aquele processo ela que resolvia mais do que eu e, também só poderei ficar com a herança que meu pai me deu quando completar 21 anos, nem quero imaginar quando chegar essa idade terá mais papeis e mais lembranças do meu pai. Terei que ser muito forte.
     Um dia vai e outro vem até que então Caio me encontra e diz meio rude que iria investigar Rodrigo. Claro, ele deve estar com muitos ciúmes, até porque agora estou andando mais com Rodrigo do que com ele. Mas, estou preocupada com isso. Como Caio irá fazer isso? Será que irá machucar Rodrigo ou até mesmo estragar tudo? Muitas dúvidas surgiram naquele momento e como já estava muito tarde, fui deitar.
    No meio da madrugada acordo assustada com uma ligação, então abro meus olhos e vou procurar meu celular, o encontrando pego-o e atendo:
- Alô?
Então alguém responde:
- Aqui é do hospital. Vi seu número no celular do paciente Caio e te liguei para avisar que ele sofreu algum acidente e está aqui conosco.
Vários pensamentos me vieram no momento e falei:
- Estou indo agora mesmo para o hospital, obrigada pela ligação. Então desliguei o celular, fui me trocar e ir correndo para o hospital encontrar Caio.
    No caminho para o hospital fiquei pensando. Será que ele está bem? O que deve ter acontecido? Rodrigo é mesmo um psicopata e me enganou esse tempo todo? Olhei então mais uma vez para meu celular antes de colocar na bolsa e vi uma mensagem não lida. Quando abri a página vi uma mensagem de Caio enviada algumas horas atrás dizendo que descobriu algo que queria falar comigo. Comecei a me desesperar e até que enfim cheguei ao hospital. Perguntei sobre um paciente chamado Caio e logo me levaram até o quarto onde estava. Quando abriram a porta fiquei meio assustada de o ver naquela situação todo machucado e nem podia falar por causa das dores que sentia.
   Estando com medo de Rodrigo, ele aparece junto com o Éric. Voltando para casa com Rodrigo, pergunto o que ele fez na noite passada e ele faz uma cara meio estranha. Saí intrigada com isso e fui até a casa dele. Chegando lá no jardim, vi algo do Caio no chão e então quando percebi que Rodrigo tinha me visto corro. Percebendo que estava longe da casa dele fico mais aliviada até que então sinto um ar quente perto de mim.
Quando vejo, era ele...

AUTORA: Maria Helena 

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O assassinato - PARTE 5

PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato.html
PARTE 2: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/o-assassinato-parte-4.html

   Imediatamente, parei a minha arrumação, e procurei me esconder ao máximo de trás das cortinas. Ouvia vozes. Com certeza havia mais de uma pessoa. Era Marcos e sua mãe, Dona Júlia. Inicialmente não desconfiei de nada, já que como mãe de Felipe, provavelmente ela tinha ficado com as chaves após a sua morte.
    Depois de algum tempo prestando atenção, comecei a reparar que eles estavam ficando cada vez mais nervosos, ambos com a respiração muito ofegante e Marcos a todo tempo pedia para sua mãe, que a mesma mantivesse a calma. Percebi que procuravam por algo. Quando comecei a pensar no que tanto desejavam, Marcos soltou um eufórico grito:
-Encontrei!
    Continuei em meu esconderijo, e então comecei a me questionar. O que Marcos encontrou?


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