PARTE 1: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito.html
PARTE 2: http://www.ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-2.html
PARTE 3: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-3.html
PARTE 4: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-4.html
PARTE 5: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-5.html
PARTE 6: http://ashistoriasaleatorias.blogspot.com.br/2013/09/e-o-respeito-parte-6.html
Chegamos rapidamente no hospital. Ele foi conduzido à sala de cirurgia e eu fiquei na espera. Não demorou muito e ele, ainda na maca, com os enfermeiros passaram correndo por mim. Gritaram de forma desesperadora:
- Os cirurgiões não vieram, vamos transferi-lo!
Corri, acompanhando-os até a ambulância novamente. Mas a sua situação, que antes parecia controlada, agora estava muito ruim e pelo que eu entendi, o próximo hospital não era perto, talvez nem mesmo na cidade. O sangramento aumentava a cada segundo e sua aparência ficava mais fúnebre.
Entrei em desespero, até porque tudo aquilo era minha culpa, não podia deixá-lo ir dessa forma, não iria me desculpar nunca mais. Foi quando resolvi eu mesmo fazer a operação. Não liguei para nada nem ninguém a minha volta. Mas obviamente fui interrompido:
- Pare! Pare! Você vai piorar a situação dele!
- Não posso deixá-lo morrer! - Gritei já muito exaltado.
Mas minha mente estava tão decidida em resolver aquilo, que nem percebi quando a ambulância parou no meio da rodovia e me tiraram a força do automóvel.
E o respeito? - PARTE 7
17:21 |
AUTORA: Mariana Ferreira
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